terça-feira, 4 de agosto de 2009

procura-se donna


Este blog ficou tão abandonado... mas hoje retorno e nem me preocupo em justificar a minha ausencia.

Hoje tenho coisas mais urgentes e importantes a dizer do que ficar de blá blá blá.

A cachorrinha do post abaixo, de nome DONNA está desaparecida. Sua história é das mais tristes.
Ela teve,em sua vida, a má sorte de cruzar com pessoas inescropulosas, verdadeiros lobos em pele de carneiro.

A primeira adotante,como contei, não a quis, sem justificativa plausível,devolvendo-a após uma semana.
A segunda família, APARENTEMENTE muito confiável, com filhos que se apaixonaram por ela, que ,pelos contatos telefonicos se mostravam pessoas super amáveis, sumiram com ela sem dar maiores explicações.

HOJE, passados dois meses de seu desaparecimento, nunca vamos desistir de traze-la de volta, e de procurar os verdadeiros responsáveis pelas coisas que ela passou

TUdo o que queremos,porém é ter a Donna de volta.

Se você a viu ( ela sumiu na cidade de Taquaritinga, interior de SP ) ou tem notícias dela, entre em contato pelo natalia.cl@hotmail.com.

quinta-feira, 5 de março de 2009




(donna,hoje feliz e adotada e rabuuu,véinho espoleta)


Olá queridos.

Volto a escrever por aqui.

Não esqueci desse espaço que me é tão caro e que foi criado com tanto apreço,mas a correria está absurda. Tentarei ser mais assídua.

Muitos são os tópicos e assuntos que vi,vejo por aí que gostaria de compartilhar aqui no blog,mas realmente o tempo é curto para tantos assuntos urgentes e importantes que acontecem todos os dias.

Como não vou mesmo conseguir atualizar tanto em tão pouco tempo,vou contando aos poucos tudo o que me/nos aconteceu nesses meses em que estive ausente. A trabalheira com a cachorrada continua, cada dia mais e mais.

A Donna, que estava em Sertãozinho,foi adotada. Bem... a principio uma adoção muito feliz,que tinha tuuuudo para dar certo. Mas ,após uma semana ela voltou para mim (que estava responsável por ela ) . Eu nem vou contar o porque, pois a história é muitíssimo longa e sim ,farei um post só sobre adoções mau sucedidas posteriormente. Só digo que eu conhecia a adotante (ou pensava que sim ) e ela tinha todas as condições para criar a Donna da melhor forma do mundo.Mas não quis. Então,passado,página virada. Donna voltou e felizmente foi adotada por uma família que a ama muito e hoje está muito bem,em sua nova casa. Um final muito,muito feliz.

O Rabugento, meu véinho lindo continua em tratamento . Ele está quase, quase bom e longo estará a espera de um novo lar. Apesar de velhinho,ele tem tantaaa disposição e é um fofo. Eu quero muitíssimo que ele tenha a chance de ir para um bom lar,de viver dignamente. Sei mesmo que ele não tem tantos anos de vida assim,mas que isso importa?
Do que ele estava ,hoje se encontra infinitamente melhor.

Na semana passada,ao chegar para trabalhar, na porta da loja (claro, tinha que ser comigo ),beeem na porta da loja, um cachorrinho deitado,encolhidinho. Vocês acham mesmo que pude resistir? Ele não estava nada bem e por isso rosnava muito. Cambaleante , fugia de mim e demorei 3(!!!) horas para conseguir recolhê-lo. Confesso mesmo que nem podia fazer isso neste momento e mais uma vez pedi ajuda do meu pai, que convenceu minha mãe =)
Ele estava mesmo bem doente ,mas já se encontra em tratamento e se revelou um doce! Cisco já é outro uma semana após sua "adoção ". Logo também estará bom e a espera de um lar.

Bem,é isso. Além dos meus,dos nossos, novos agregados a família . Sou mãe provisoriamente desses meus filhos tão amados,mas na real os acompanharei para todo o sempre.

Ausencia justificada?

Natalia

* Não posso deixar de falar da Lolly , que nos acompanhou por 17 anos e que nos deixou em Fevereiro. Eles partem mas nunca nos deixam realmente. Mas aqui,apenas a citarei com o mesmo amor e carinho com que viveu e vive entre nós. Porque falar dos que se vão é demais ,não é mesmo para mim.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Porque não vão ajudar crianças com fome?
Sábado, 18 de Outubro de 2008
RESPOSTA À PERGUNTA DE ALGUMAS PESSOAS
por Francisco José Papi


"Por que não vão defender as crianças com fome?"





Questão interessante.



Vamos ver se essa eu consigo responder de modo didático.


1) Quem faz esta pergunta admite que existem dois tipos de pessoas no mundo:



As Pessoas Que Ajudam e as Pessoas Que Não Ajudam.



Além disso, admite também que faz parte das Pessoas Que Não Ajudam, afinal, do contrário, diria "Por que não me ajudam a defender as crianças com fome?", ou "Venham defender comigo as crianças com fome!", ou "Não, obrigada, vou defender as crianças com fome".

Então ela se coloca claramente através de sua escolha de palavras como uma Pessoa Que Não Ajuda.



É curioso a Pessoa Que Não Ajuda, não faz nenhum esforço para ajudar, mas, sim, para tentar dirigir as ações das Pessoas Que Ajudam. É bastante interessante. Se eu fosse até sua casa organizar sua vida financeira sob a alegação de que eu sei muito mais sobre administração familiar eu estaria interferindo, mas ela se sente no direito de interferir nas ações que uma pessoa resolve tomar para aliviar os problemas que ela encontra ao seu redor.

É uma Pessoa Que Não Ajuda, mas ainda assim quer decidir quem merece ajuda das Pessoas Que Ajudam e o nome disso é "prepotência".



2) Pessoas Que Ajudam nunca vão ajudar as "crianças com fome". Nem tampouco os "velhos", os "doentes" ou os "despossuídos". E sabe por que?
Porque "crianças com fome" ou "velhos" ou qualquer outro destes é abstrato demais. Não têm face, não são ninguém. São figuras de retóricas de quem gosta de comentar sobre o estado do mundo atual enquanto beberica seu uisquezinho no conforto de sua casa.

Pessoas Que Ajudam agem em cima do que existe, do que elas podem ver, do que lhes chama atenção naquele momento. Elas não ajudam "os velhos", elas ajudam "os velhos do asilo X com 50,00 reais por mês".
Elas não ajudam "as crianças com fome", elas ajudam "as crianças do orfanato Y com a conta do supermercado".
Elas não ajudam "os doentes", elas ajudam o "Instituto da Doença Z com uma tarde por semana contando histórias aos pacientes".

Pessoas Que Ajudam não ficam esperando esses seres vagos e difusos como as "crianças com fome" baterem na porta da sua casa e perguntar se elas podem lhe ajudar.

Pessoas Que Ajudam vão atrás de questões muito mais pontuais.

Pessoas Que Ajudam cobram das autoridades punição contra quem maltrata uma cadela indefesa sem motivo.

Pessoas Que Ajudam dão auxílio a um pai de família que perdeu o emprego e não tem como sustentar seus filhos por um tempo.

Pessoas Que Ajudam tiram satisfação de quem persegue uma velhinha no meio da rua.
Pessoas Que Ajudam dão aulas de graça para crianças de um bairro pobre.

Pessoas Que Ajudam levantam fundos para que alguém com uma doença rara possa ir se tratar no exterior.
Pessoas Que Ajudam não fogem da raia quando vêem QUALQUER COISA onde elas possam ser úteis. Quem se preocupa com algo tão difuso e sem cara como as "crianças com fome" são as Pessoas Que Não Ajudam.



3) Pessoas Que Ajudam são incrivelmente multitarefa, ao contrário da preocupação que as Pessoas Que Não Ajudam manifestam a seu respeito. (Preocupação até justificada porque, afinal, quem nunca faz nada realmente deve achar que é muito difícil fazer alguma coisa, quanto mais várias).

O fato de uma Pessoa Que Ajuda se preocupar com a punição de quem burlou a lei e torturou inutilmente um animal não significa que ela forçosamente comeu o cérebro de criancinhas no café da manhã. Não existe uma disputa de facções entre Pessoas Que Ajudam, tipo "humanos versus animais".


Geralmente as Pessoas Que Ajudam, até por estarem em menor número, ajudam várias causas ao mesmo tempo. Elas vão onde precisam estar, portanto muitas das Pessoas Que Ajudam que acham importante fazer valer a lei no caso de maus-tratos a um animal são pessoas que ao mesmo tempo doam sangue, fazem trabalho voluntário, levantam fundos, são gentis com os menos privilegiados e batalham por condições melhores de vida para aqueles que não conseguem fazê-lo sozinhos.



Talvez você não saiba porque, afinal, as Pessoas Que Ajudam não saem alardeando por aí quando precisam de assinaturas para dobrar a pena para quem comete atrocidades contra animais, que estão fazendo todas estas outras coisas, quase que diariamente. E acho que é por isso que você pensa que se elas estão lutando por uma causa que você "não curte", elas não estão fazendo outras pequenas ou grandes ações para os diversos outros problemas que elas vêem no mundo. Elas estão, sim. E se fazem ouvir como podem, porque sempre tem uma Pessoa Que Não Ajuda no meio para dar pitaco.

Então, como dizia meu avô, "muito ajuda quem não atrapalha". Porque a gente já tem muito trabalho ajudando pessoas e animais que precisam (algumas até poderiam ser chamadas tecnicamente de "crianças com fome", se assim preferem os que não ajudam).


(Este texto pode e deve ser reproduzido) - Escrito em 13.04.2005

cheios de boas intenções

Cheios de Boas Intenções
Sexta-feira, 7 de Novembro de 2008
Cheios de Boas Intenções

por Rafael Jacobsen

O que há de comum entre a modelo Isabeli Fontana, o ornitólogo
Alexandre Aleixo e um macaco bonzinho? Para responder essa pergunta
aparentemente sem nexo, é melhor conhecermos um pouco mais de cada
um deles.

Isabeli Fontana é uma famosa modelo brasileira que, no dia 24 de outubro de 2008, teve a felicidade de comemorar os dois aninhos de seu caçula, o Lucas. Isabeli montou um pequeno zoológico na festa. "Fiz questão de colocar os bichinhos para as crianças terem esse contato com a natureza, que eu acho muito importante", explicou. A decisão fez sucesso entre os pequenos convidados do aniversário. O aniversariante adorou a surpresa e mostrou afinidade com os coelhos e seus filhotinhos. "Levar para casa, nem pensar", alertou a top. As fotos veiculadas pela imprensa mostram um pouco de como foi lúdico e bucólico esse pretenso "contato com a natureza": patos, coelhos , galinhas e outros bichos se espremiam em gaiolas minúsculas, muito provavelmente em um ambiente cheio de gritos de crianças entremeados às mais novas pérolas da música infantil. A imprensa não entrou em detalhes a respeito do cardápio, mas não é difícil adivinhar que cachorrinhos-quentes, coxinhas e doces atolados e ovos e laticínios marcaram presença.

Já Alexandre Aleixo é um ícone da ornitologia e da preservação ambiental
no Brasil. Além disso, é exímio caçador de passarinhos. Em suas pesquisas na floresta, sempre leva uma espingarda calibre 16. Derruba das árvores tucanos, mutuns e arapaçus. À bala. Os animais abatidos são empalhados e levados para a coleção de ornitologia de um museu no Pará. Apesar de admitir que, no começo, não foi fácil matar os animais para estudá-los, hoje se sente tranqüilo com o ato, pois, como aprendeu com seus sábios professores, não há alternativa senão "coletá-los". Outro aspecto que lhe serve para apascentar a alma e dormir em paz de noite com seu travesseirinho é, em suas próprias palavras, o fato de não se considerar "um indivíduo de uma espécie especial e glorificada da natureza, como muitos entendem a humanidade". Essa lição de humildade o fez ver que o hábito humano de sacrificar animais não é isolado na natureza, pois os predadores fazem isso como atividade essencial para sua sobrevivência. De acordo com a lógica nada lógica de Aleixo, se o leão da savana africana está com fome e ataca o gnu, podemos fuzilar pássaros tranqüilamente. Uma coisa leva à outra, é claro.

E o macaquinho? Pois bem: num canto do Brasil, viva um macaco que era
conhecido por sua extrema bondade e por gostar de ajudar os outros
animais. Um dia, o macaco aproximou-se de um rio ficou observando suas águas claras. Viu um pequeno peixe que passeava em busca de alimento, sem se preocupar com a sua presença. O macaco ficou então muito preocupado achando que o peixe estava com frio e poderia morrer afogado naquele imenso rio. Resolveu ajudar o pobre peixinho. Arriscando-se em cima de um tronco que flutuava, conseguiu agarrar o peixe em seu passeio. Sentiu então que ele estava gelado e pensou no frio que ele, pobrezinho, tinha passado, sem que ninguém o ajudasse. Decidiu então levá-lo para casa e esquentá-lo em seus pêlos. Ao acordar na manhã seguinte, viu que o peixinho estava morto. Ficou triste, mas não se preocupou demais, pois sabia que tinha tentado tudo para ajudar o amigo.

E então: o que há de comum entre eles? Basicamente duas coisas. A
primeira é que adoram os animais e a natureza. A segunda (e mais
perigosa) é que estão cheios de boas intenções.

O que nenhum dos três aparentemente sabe é que para "cuidar" dos
animais e da natureza não precisamos gostar deles, nem ao menos ter boas intenções. Basta que respeitemos os animais como seres sensíveis e
conscientes que são e a natureza toda como o mecanismo poderoso que é e do qual somos apenas uma ínfima peça. Não precisamos fazer muito.

Aliás, não precisamos fazer nada. Precisamos, sim, deixar de fazer muitas coisas. Precisamos parar de encarar animais como produtos, que servem para tudo, desde nos fornecer comida até fazerem as vezes de objetos de decoração em nossas festas, lado a lado com balões e bonecos de plástico. Precisamos parar de encarcerar animais para exibi-los e, ainda, acreditarmos que, com isso, fazemos o bem. Precisamos parar de, pretensiosamente, acreditar que a salvação da natureza está em nossas mãos e que, se preciso for, devemos fuzilar animais para catalogá-los. Precisamos parar de pensar de maneira antropocêntrica e aceitar as mais simples verdades: animais não gostam de estar em gaiolas, animais não querem ser comidos, animais têm o seu ambiente natural e não se importam nem um pouco com nossos catálogos. Assim procedendo, estaremos aptos para encarar a mais elementar (mas também a mais desconcertante) dessas verdades: a natureza não precisa de nós, humanos, para nada. Pelo contrário, o que de melhor podemos fazer por ela é deixá-la em paz.

Na ânsia de conhecer, de compreender, de admirar a beleza associada à
natureza e aos animais, fazemos as piores atrocidades possíveis. Mas
sempre cheios de boas intenções. Esquecemos, porém, que há um "certo lugar" que está repleto de pessoas assim como nós, cheias de boas intenções...
FONTE: http://vista-se.com.br/site/author/Rafael%20Jacobsen/

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

catadores de lixo e seus cães


A matéria do UOL dessa Segunda-feira mostra os catadores de lixo do centro de São Paulo e seus cães. São exemplos de amor e companheirismo, que independem das condições em que que vivem.


Emocionante ,exemplar, inspirador!

Matéria na íntegra:

http://bichos.uol.com.br/album/catadoresdepapel2_album.jhtm?abrefoto=1

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Primeiro SImpósio Regional de DIreito Animal



Atenção Protetoras e interessados de RIbeirão Preto e Região :

Acontece nos dias 11,12 e 13 de Novembro o Primeiro Simpósio Regional de Direito Animal.

A presença de todos é fundamental e muito importante.

* inscrições,programação e local :

(16) 36230370
Casa do Advogado
R. Cavalheiro Torquatto Rizzi, 215
Ribeirão Preto

sábado, 8 de novembro de 2008

de cortar o coração

A imagem do uol retrata os cães abandonados em Taiwan. A realidade não é muito diferente da nossa e nem no resto do mundo.
http://bi.i.uol.com.br/album/3_11_2008_t_004.jpg?ts=20081107170608

Mais do que provocar tristeza e revolta, devemos refletir e lutar,incessantemente,para que possamos mudar essa realidade.


PEÇO ,mais uma vez,POR ESTE POST ,QUE :

DEÊM PREFERÊNCIA À ADOÇÃO DE ANIMAIS EM VEZ DA COMPRA. SABEMOS QUE O VERDADEIRO AMOR NÃO VÊ IDADE,COR, TAMANHO,RAÇA. Ainda assim, é importante que se identifiquem com o animalzinho que irão adotar e isso ,ao contrário do que muitos pensam é perfeitamente possível com a adoção. Além do que que, animais adotados,mesmo os mais velhos se adaptam perfeitamente bem em novos lares desde que amados.

NÃO ABANDONEM SEUS ANIMAIS. Você gostaria de ser abandonado por seu pai,por sua mãe,por seu protetor? Pois bem. Não faça o mesmo com quem depende exclusivamente da sua boa-vontade e amor. Ainda assim, se você resolver que esta é mesmo sua decisão,entregue-o para alguém que confia e que vai amá-lo e protege-lo. Não entregue-o,em hipótese alguma para os CCZs,é o que peço.

Há muito o que refletir . E vai muito de nossos corações.
Todos os dias,vejo casos e mais casos de pessoas que abandonam seus amigos cães como velhos trapos. Eu lhes digos que essas pessoas,no mínimo ,não merecem o cão que tem. E que esses cãezinhos, não,não tem má sorte de serem abandonados. Ã primeira vista,sim. Muito triste,mesmo. Mas pensando bem....que espécie de monstro abandona um amigo e companheiro??
A vida livrou esses cachorrinhos desses seres(?) e deu a eles nova oportunidade. Por mais difícil que seja essa nova vida,nós estamos aqui e vamos olhar por eles.

Não vamos desistir. É só o que lhes digo.A dificuldade me fortalece.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

foto da semana !não é lindo e inspirador?

CIRCO COM ANIMAL NÃO É CIRCO LEGAL

O Fantástico do último Domingo denunciou, através de um vídeo , os maus-tratos que todos sabemos que ocorrem em circos que tem,entre suas apresentações ,animais.

Ótimo que se toque nesse assunto em rede nacional ,mas péssimo é questionar se circos devem ou não ter animais e ainda entrevistar donos de (alguns) circos,que obviamente alegarão que os pobres animais não sofrem,de forma alguma abusos e maus-tratos.

A discussão ,como afirma a reportagem do Fantástico, não é polêmica. É vergonhoso que ainda seja uma discussão e que ainda pairem dúvidas sobre tema tão claro.

A discussão chega ,esta semana,à Camara dos Deputados. Irão discutir e debater se devem ou não proibir animais em circos -em todas as cidades brasileiras (algumas já proíbem). Já está mais que na hora de darmos este passo valioso rumo à evolução.

Acompanharei de perto.

Abaixo,o link do vídeo da reportagem do Fantástisco.

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM905653-7823-CIRCO+DEVE+OU+NAO+DEVE+TER+BICHO,00.html

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

dignidade e respeito já





(Mel e London ,lindos da mamãe.)
Muitas poucas coisas me aborrecem de verdade nesta vida . Daquelas que aborrecem profundamente mesmo. Todos os dias tenho me deparado com cenas assim e me sinto realmente impotente por não conseguir fazer nada .
Veja: domingo eu estava indo a um lugar qualquer e passei por uma garagem de carros onde estavam dois cachorros magriços e famintos presos. Obviamente era mais um caso clássico de pessoas sem escrúpulos algum que deixam animais presos ,sem abrigo,água , comida e higiene. ( pra dizer o mínimo ) . E aí,mais uma vez ,sim ,não tive a quem recorrer. Porque as leis não funcionam-e não são mesmo aplicadas.
O que fazer? Fechar os olhos e deixar que esses animais sofram (esses e tantos outros) nas mãos de pessoas que fazem o que bem( mau) entendem ?
Assim não pode ser e isso não pode continuar.
O exemplo presenciado por mim domingo ocorre aos montes por aí, todos os dias. Maus-tratos e abandonos são recorrentes,em formas das mais absurdas. A responsabilidade é de todos,sim ! Que façamos algo e que seja agora. O trabalho não pode ficar só para alguns, como tem ficado.
Vamos marchar também para que políticos ,empresários e cidadãos vejam que nossos animais devem ser tratados com dignidade e respeito.
Eu exijo isso agora . Eu falo por eles. Eu sou do bem, e você?

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

sarah palin????????????????????

Brigitte Bardot chama Sarah Palin de "irresponsável"
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da France Presse, em Paris

A ex-atriz francesa Brigitte Bardot enviou nesta terça-feira uma carta aberta a Sarah Palin, governadora do Alasca republicana que concorre para vice-presidente dos Estados Unidos, acusando-a de "total irresponsabilidade" com o ambiente. "Em nome do respeito e da preservação da natureza, desejo que você perca essas eleições, já que o mundo sairá ganhando."
Bardot é presidente da fundação de defesa dos animais que leva seu nome.

Sarah Palin tem o hobby de caçar no Alasca; ativista, a ex-atriz francesa Brigitte Bardot criticou a candidata a vice republicana
"Senhora, ao negar a responsabilidade dos seres humanos no aquecimento global, ao militar em favor do porte de armas e do direito de dispará-las no que quer que seja [Palin tem como hobby caçar], e com falas de uma desconcertante estupidez, você envergonha as mulheres e representa uma terrível ameaça, uma verdadeira catástrofe ecológica", escreveu a ex-atriz.

Bardot ressaltou que Palin defende a exploração de petróleo na Reserva Nacional de Vida Selvagem e é contra a proteção de ursos polares, ameaçados pelo aquecimento global, "o que é testemunho da sua total irresponsabilidade, da sua incapacidade de proteger ou de, simplesmente, respeitar a vida animal".

Recentemente, Palin recuou da afirmação de que o aquecimento global não é fruto dos atos humanos para se alinhar ao companheiro de chapa, John McCain. Ela afirmou que, de fato, "os cientistas provaram" que as ações humanas "certamente podem estar contribuindo para a questão do aquecimento global".

No debate contra o candidato a vice democrata, Joe Biden, na última quinta-feira (2), Palin disse que quer "fazer algo" contra o aquecimento global. "Não vou culpar só as atividades humanas pela mudança climática pois o clima do mundo tem fases cíclicas, e na história temos visto mudanças".

* Uma lástima.

Cachorro evita roubo de moto em delegacia

Armado, um homem invadiu na madrugada de hoje o pátio da 3ª Companhia do 34º Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, na Água Rasa, zona leste de São Paulo. Ao ouvir o latido do cachorro mantido pelos PMs na base, um sargento dirigiu-se até o pátio, onde viu um suspeito próximo das motos da PM.

Ao ser abordado, o rapaz sacou uma arma e começou a atirar contra o policial. Teve início então uma troca de tiros, obrigando o invasor a correr e pular um portão nos fundos do pátio. Cápsulas foram encontradas no local do tiroteio, mas ninguém ficou ferido. Um dos tiros atingiu o portão da frente.

Minutos depois, um suspeito, desarmado, usando um moletom azul com touca e uma calça, roupa muito parecida com a usada pelo invasor armado, acabou detido nas imediações pelos próprios PMs da base invadida. O suspeito foi encaminhado ao 30º Distrito Policial, do Tatuapé, onde prestou depoimento.A Polícia Civil ainda não definiu se pedirá exame residuográfico para verificar se há vestígios de pólvora nas mãos do rapaz detido, cujo histórico de antecedentes criminais não foi divulgado.

Agencia do Estado


* Isso prova( é mais uma prova) o que não precisa ser provado: cachorros são sempre fiéis, defendem seus territórios ,os seus , são sim os melhores amigos que alguém pode ter .

terça-feira, 23 de setembro de 2008

devoção incondicional

O cachorro Duky é uma celebridade no bairro de Higienópolis, na região central de São Paulo. Late, corre, mas perdeu o domínio das patas traseiras. Por isso, chama a atenção por onde passa com sua "cadeira de rodas". É um cão paraplégico, mas com o uso do equipamento, feito sob medida, consegue se locomover sem dificuldade na rua ou em casa.Duky, um Dachshund, raça também conhecida como "salsicha", é um tipo de animal cada vez mais comum nas ruas de São Paulo, o "cachorro cadeirante". Veterinários sugerem o uso de "cadeira de rodas" para cães com dificuldades de locomoção. É uma forma de prolongar a expectativa de vida de animais limitados, segundo especialistas.

Os motivos para perda total ou parcial da locomoção variam, segundo a médica veterinária Elizabete Shimizu. A limitação pode ser antecedida por hérnias de disco, fraturas ou doenças neurológicas, explica a veterinária. Ela aponta a "humanização" da rotina dos cães como uma origem comum. Duky tinha ainda um agravante, pois cães da raça dachshund são naturalmente propensos ao problema.

"O animal tem cada vez mais vida de gente, sedentária. A partir de certa idade, ele jamais deveria saltar e andar por escadas", disse a veterinária, especialista em tratar bichos com dificuldades locomotoras. Duky teve hérnia de disco em 2006, aos 6 anos de idade. Moacir e Carina Cukierman, pai e filha, donos do cachorro, foram obrigados a enfrentar um dilema: sacrificar o animal ou adaptar a rotina em função do cão deficiente? "Todas as pessoas, quando têm problema com cachorro, o descartam ou sacrificam", disse o advogado Moacir Cukierman, de 68 anos, feliz por ter conseguido manter a companhia do cão. A família optou por submeter o animal a uma cirurgia reparadora, mas Duky perdeu totalmente o movimento das patas traseiras. Só conseguia andar se arrastando, até ganhar uma "cadeira de rodas". Colocar o animal no equipamento aumenta a responsabilidade dos donos. O cachorro passa a precisar de auxílio humano para urinar e defecar, várias vezes ao dia. O bicho também fica predisposto a infecções urinárias, no caso dos cachorros de pequeno porte, e feridas nas saliências ósseas, no caso dos maiores. Tudo causado pelos longos períodos em que passam prostrados ou se arrastando.
"Pra cuidar de animal especial, tem que ter muito amor. Se eu tive um caso ou dois que pediram eutanásia, foi muito. O pessoal quer cuidar", disse a veterinária. Além de ensinar os donos a estimularem os cachorros deficientes a fazerem suas necessidades, a veterinária Elizabete pede um acompanhamento assíduo da adaptação à "cadeira de rodas". "Um animal muito velhinho às vezes não consegue andar de cadeirinha." Mesmo com a exigência de uma série de cuidados especiais, a procura pelos aparelhos só aumenta, segundo a veterinária, que também produz "cadeiras de rodas" para clientes. "A cada ano, a procura aumenta 20%". O preço do produto no mercado pode custar até R$ 400. O lado bom é que o peso no bolso dos donos alivia a rotina limitada dos mascotes.

fonte: globo.com

Em nossa cidade também há na praça 7 de Setembro um cãozinho muito alegre e que é uma celebridade ,por não ter perdido o gosto pela vida apesar de ter perdido os movimentos das patinhas traseiras. Graças ao amor de seus donos ,continua a viver,saltitante e contente.

Nossos amigos merecem todo o nosso respeito,amor e carinho, na alegria e na tristeza. Mesmo diante de todas as dificuldades precisam de nosso amparo e força para poderem seguir.Quem ama cuida.Não importando quais sejam as circunstâncias.



Amor incondicional.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Os Dez Mandamentos do Cão
1. Minha vida deve durar entre 10 e 15 anos. Qualquer separação será muito dolorosa para mim.

2. Me dê algum tempo para que eu entenda o que você quer de mim.

3. Tenha confiança em mim. É fundamental para meu bem estar.

4. Não fique zangado comigo por muito tempo e não me prenda em nenhum lugar corno punição. Você tem seu trabalho, seus amigos e suas diversões. EU Só TENHO VOCÊ.

5. Fale comigo de vez em quando. Mesmo que eu não entenda suas palavras compreendo muito bem o seu tom de voz e sinto tudo o que você está dizendo. Isso ficará gravado em mim para sempre, jamais esquecerei.

6. Antes de me bater por algum motivo, lembre-se que tenho dentes que poderiam feri-lo seriamente, mas que jamais vou usá-los em você.

7. Antes de me censurar por estar sendo vadio, preguiçoso ou teimoso, pergunte antes se há alguma coisa me incomodando. Talvez eu não esteja me alimentando bem. Posso estar resfriado ou, ainda, meu coração pode estar ficando velho e cansado.

8. Cuide de mim quando eu ficar velho - você também vai ficar!

9. Não se afaste de mim em meus momentos difíceis ou dolorosos. Nunca diga: "Prefiro não ver" ou "Faz quando eu não estiver presente".Tudo é mais fácil para mim com você ao meu lado.

10. Ame-me, pois independente de qualquer razão, eu lhe amo.

sábado, 6 de setembro de 2008

Guarda Responsável

Muitas entidades de proteção animal valem-se da expressão "posse responsável" para designar um conjunto de regras que devem nortear o tratamento que se dispensa aos animais de companhia. Entende a UIPA, entretanto, que "posse" é termo que se usa para coisas, e não para animais, razão pela qual adota o termo "guarda responsável", pois de um animal detém-se a guarda, e não a posse.
E a guarda responsável de animais é aquela em que as seguintes regras básicas são seguidas, de forma a se garantir o bem-estar-animal:


a) Ao decidir-se por acolher um animal, tenha em mente que ele viverá cerca de doze anos, ou mais, e que necessitará de seus cuidados, independentemente das mudanças que sua vida venha a sofrer no decorrer desse período;
b) Prefira sempre adotar a comprar um animal. Ao adotar um animal, luta-se não só contra o abandono, mas contra o comércio de animais praticado por criadores, que se perfaz à custa de extrema crueldade. É preciso ter consciência de que adquirir um animal de criador implica, necessariamente, patrocinar o abusivo comércio de animais;
c) Certifique-se de que poderá cuidar do animal durante o período de férias e no decorrer de feriados;
d) Escolha o animal que possua características de comportamento e de tamanho condizentes com o espaço de que dispõe e com os seus próprios hábitos.
e) Ministre-lhe assistência veterinária;
f) Providencie para que seja o animal, macho ou fêmea, esterilizado a partir dos 5 (cinco) meses de idade, para evitar crias indesejadas que resultam em abandono e em superpopulação de animais;
g) Vaciná-lo, anualmente, contra raiva, a partir dos 4 (quatro) meses de idade e contra as demais doenças (vacina V8), a partir dos 60 (sessenta) dias de vida;
h) Não abandoná-lo em caso de doença, de idade avançada, de viagem, de agressividade ou em qualquer outra hipótese;
i) Proporcionar-lhe alimentação adequada à espécie; gatos não devem ser alimentados com ração para cães e vice-versa;
j) Proporcionar-lhe água fresca (água estagnada acumula larvas de mosquitos, que são prejudiciais à saúde);
k) Provê-lo de espaço adequado, ao abrigo do sol e da chuva. Melhor é que se tenha o animal dentro de casa, mas se isso não for possível, dê-lhe ao menos uma casinha, que deve ser colocada ao abrigo do sol, da chuva e do vento, como preconiza a Prefeitura Municipal de São Paulo;
l) Não prendê-lo a correntes, ainda que longas. Dê ao animal um lar, e não uma prisão;
m) Zelar para que o animal não fuja de casa, providenciando para que os portões de casa sejam resistentes e estejam sempre bem fechados;
n) Telar as janelas, caso more em prédio de apartamentos;
o) Mantê-lo em boas condições de higiene (a água do banho deve ser quente);
p) Jamais submetê-lo a maus-tratos, nem sob o pretexto de educá-lo;
q) Passear com o animal para que ele se exercite, sempre preso à coleira e à guia para evitar fuga, atropelamento, ataques a outros animais, et cetera;
r) Dar afeto e atenção ao animal;
s) Proporcionar-lhe conforto e espaço adequado; áreas descampadas, estacionamentos e garagens não são recomendáveis para animais;
t) Amenizar-lhe a sensação de frio, por meio de roupas e cobertores; animais sentem frio tanto quanto os humanos.